Ce’s Fini
20 20UTC outubro 20UTC 2008
Aqui jaz um blog…

Agora, por fim só, me decidi!
Não tem mais qualé que é nem lenga lenga. Tou casando, simples assim, direto assim, sem muito embaçamento.
Acho que vai ser bom e necessário, sei também que vou ter que encarar um monte de coisa até o Tutu atual se aposentar e abrir espaço para o novo.
Mudança sempre é bom, ainda mais assim, radical. Eu só sei de uma coisa, é pra sempre! Acredito que a única coisa de deve ter valor ad eternun é o casamento.
Escolhi o dia 20/XII pq a soma é igual a 2 (O.o) é bom para o casal, segundo a numerologia.
Ah, em tempo. Ontem eu fiquei sabendo que rola nos bastidores que eu e o Giovanni somos um casal. Gostaria de deixar bem claro que não é com ele que eu vou casar, ok?

E essa agora!
Ontem, em homenagem a Constituição Federal (domingo ela fez 20 aninhos) tivemos uma palestra com o professor Luiz Antônio, ótima por sinal, mas o que chamou minha atenção era a gravata do homem.
Sim senhor, era uma gravata borboleta, rosa com bolinhas. E ele explicou seu uso, fiquei admirado, sempre gostei desses acessórios esquecidos.

Confesso que precisa ser portador de grande personalidade, utilizar e desfilar por aí de gravata borboleta, caso contrário, vai ficar parecendo um palhaço….
Topei o desafio! Fui direto comprar uma gravata borboleta azul escura e um suspensório, que inclusive estou usando com calça jeans mesmo, hueheuheu.
Tutu mais uma vez sendo exêntrico.
Beijo do gordo!

Segundo o site Cultura Brasil, Assédio Moral no trabalho é isso ai:
É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Trata-se de uma situação evidentemente delicadíssima numa Nação com altíssimas taxas de desemprego e uma tradição autoritária egressa do escravismo, na qual o agressor informa sempre (irritante e persistentemente) “estar querendo somente ajudar, dar um toque, uma dica”. A depressão é a doença mais freqüentemente observada como oriunda do assédio moral. O agredido, usualmente sente-se humilhado, diminuído. A depressão acaba trazendo novos problemas, agudizando o quadro do algoz que “compreende” o quadro depressivo do agredido e o “ajuda” mais um pouquinho com a sua pseudo-cristã piedade aporrinhando-o com mais e mais conselhos, em geral na linha do “eu já fui assim quando jovem, com o tempo você amadurece”, etc. Complicado ouvir isso de gente com menos formação intelectual e menos idade que o agredido, não? Pois é o mais comum, agudizando ainda mais o quadro numa espiral que só tem final no rompimento total da relação trabalhista.
O que provoca o surgimento do Assédio Moral? Em geral inveja, mesquinhez, pequenez de mentalidade, medo de determinadas “ousadias” que quem sabe o que faz perpetra intimoratamente. Claro, o agressor informa sempre estar “ajudando” e não assediar, mas o faz “por compaixão”, “por comiseração” do agredido. Suma hipocrisia, em síntese.
Surpreendentemente recorrente nas relações trabalhistas brasileiras, merece uma série de leis específicas que começam pela Câmara Municipal da cidade de São Paulo, ganhando outras cidades do Estado e de outros Estados da Federação. Meu Amigo Antônio Mentor, deputado estadual petista, por exemplo, teve a iniciativa de propor uma lei contra o Assédio Moral no Trabalho, aprovada para o Estado de São Paulo, prevendo punições que vão de advertências à demissão do agressor, chegando a penalizar a empresa solidária com esse tipo de prática com pesadas multas a título de indenização por danos morais. Entendeu o legislador que submeter o empregado a situação degradantes, humilhantes e repetitivas deve ter o viés pedagógico de demonstrar que esta prática imoral não deve mais ter lugar. Aos poucos ganhou também os Estados do Rio de Janeiro, Bahia e Espírito Santo. Somente.
Vítima deste fato em Guaxupé, não encontro na legislação da cidade nada que proteja o trabalhador. O Estado de Minas Gerais tampouco presta atenção a este evento. Encaminhei ofícios aos deputados estaduais de Minas Gerais para que proponham legislação protetora do trabalhador nestas circunstâncias apresentando com toda a riqueza de detalhes possível o meu caso particular, documentado e acompanhado do depoimento de testemunhas idôneas a fim de que, no futuro, menos seres humanos sejam vitimados por esse tipo de degola. Encaminhei também a todos os deputados da Câmara Federal.
Recomendo uma consulta ao grandioso site “Assédio Moral no Trabalho”, no endereço www.assediomoral.org
Fiquem esperto, normalmente ele é feito por chefes despreparados e incapazes.
Beijo do gordo.

Pessoal, o momento que eu estou vivendo é esse, dormindo mal, me alimentando pior ainda e só me fodendo na faculdade.
Pra não ficar sem postar, copiei na integra o texto da Maristela Niz que publicou em seu blog. (não deixem de acessar: http://blogdamaristela.blogspot.com Garanto ser mil vezes melhor que o meu.)
Ah, só troquei a fotinha….. (http://www.flickr.com/photos/futurita/2348907339/)
Beijos do gordo.
Fim do dia. Como você se sente ao chegar em casa? A resposta que deve estar passando em sua mente se resume em uma palavra chamada cansaço. As dores no corpo são intensas para quem correu o dia inteiro para dar conta das muitas atividades. O fato é que ninguém pode se desfazer de sua rotina, afinal todos precisam trabalhar e estudar. No entanto, é necessário ficar atento, pois o desgaste físico e emocional de uma rotina de trabalho e estudo pode acarretar danos à saúde, provocando fadiga muscular, doenças geradas a partir do estresse e obesidade por conta de maus hábitos alimentares.
De acordo com o estudante de Educação Física Jonathan de Souza, faz-se necessário tirar tempo para si mesmo. Ele trabalha de manhã, vai à universidade no período da tarde e ainda faz o curso técnico de saúde e segurança do trabalho à noite. “Saio de casa antes das 7 da manhã e muitas vezes chego depois das 23 horas”. A alternativa encontrada pelo estudante para sair da rotina e relaxar é separar o fim de semana para descansar fazendo outras atividades. “Tirei o domingo para mim e para fazer coisas que gosto, como tocar violão”, exemplifica.Para a psicóloga Ione Araújo, é fundamental realizar um planejamento a fim de conciliar estudo e trabalho sem prejudicar a qualidade de vida. “É importante fazer um cronograma de atividades para que com organização o desgaste seja menor”, ensina.

Eu devo estar emotivo… Criei este blog pra falar mal da vida, dar pitaco nas coisas do dia a dia e olha eu aqui falando de novo de filme.
Que obra prima o Casablanca, o Bogart com seu chapéu e a impecável Ingrid Bergman (e ainda chegam me falando da beleza da Liv Tyler).
Pra quem não assistiu e nem tem idéia do que é, Casablanca é uma cidade ao norte do Marrocos que, na época da II Grande Guerra, era território não ocupado Francês e, ponto de partida de refugiados de toda a Europa para Lisboa e de lá, para a tão sonhada América.
A trama se passa com Rick (Bogart) dono de um bar em Casablanca alheio a todos os problemas do mundo e completamente desanimado devido um coração partido e, claro, este coração partido aparece por lá como refugiada e, mais claro ainda, casada…
Com o acompanhamento de "As Time Goes By", (que, como disse o Júnior, meu consultor para os assuntos da telona, "só pela trilha sonora vale assistir") somos levamos ao desenvolvimento do triângulo amoroso, onde é colocado em peso os ideais e os amores dos personagens, e nos leva a rever certas atitudes egoístas que temos as vezes.
No sabado eu tinha resolvido poupar a patroa de assistir a um filme preto e branco com 60 anos de vida, mas me arrependi, vou ter que fazê-la assistir e, claro, assistirei novamente.

Sam tocando "As Times Goes By"
Beijos do gordo.
Em tempo: As fotos de domingo continuam embargadas…….

Buenas.
Eu ia começar o blog de forma diferente na sexta feira, mas como eu tava depressivo, o primeiro post que ia publicar aqui parecia mais uma carta sucida…. Enfim, já passou.
Ontem teve exposição Harley Davidson no Alameda, toca eu e a patroa pra lá. Vixe, como tinha gente! Toca estacionar a Tuturana em local duvidoso e toca nois se enfiar pro meio do povão.
Chegando lá, tava tocando Sun Walk & Dog Brothers, gostei do som dos caras, mas não sei se por ter muita gente, não sei se pelo som estar muito alto ou por eu estar ficando velho mesmo, não aguentei ficar mto tempo.
Tocamos pro shopping, não não estava com muito menos gente que o destino anterior, mas pelo menos a Tuturana ficou estacionada em local seguro.
Decidimos assistir a um filme, nunca tinha ido no cinema do shopping (e, na verdade, em nenhum outro que não o nosso Nelli). Feita a correria pra comprar os ingressos, tirando a falta de educação da bilheteira, o filme foi ótêmo. Era 3D, nunca tinha visto um filme assim também, maravilhoso, fiquei encantado (a foto do post era pra ser minha e da patroa com os óculos, mas essa foi embargada), nunca vi tamanha maravilha na sétima arte!!!
O filme em sí é um desenho sobre umas mosquinhas que querem fazer história indo pra lua junto com a Apolo (e vão), nada muito Ratatouille, mas tem seu charme. Assistam, e em 3D.
Em tempo: 22 dias sem beber, e nem tá fazendo falta (um pouco só). Sabadão teve churras em casa, e todo mundo perguntando pq eu tava murcho, na verdade não tava murcho, só que eu descobri que a ligação sóbrio-ébrio não acontece. Deve ser coisa de quimica.
Haha, mas eu me diverti, a bebadaiada contando as histórias tudo sem pé nem cabeça, eu chorava de rir, nunca achei que ficar sóbrio tinha alguma utilidade. Se continuar assim, posso até pensar em parar de beber de vez (a Tuturana e o Brancão agradecem).
Sexta-feira aconteceu umas coisas chatas tb, mas deixa eu digerir que eu escrevo aqui, sem ofender ninguém.
O tema do blog era pra ser de um bar, este aqui era o mais parecido, então, se esforcem, ok.
Beijos do gordo.